OPNI
Formado por jovens da periferia, o OPNI surgiu em 1997 com três objetivos: dar voz à comunidade, manifestar suas insatisfações e denunciar as injustiças na sociedade. O destino mudou a vida de alguns dos antigos integrantes e Toddy, Val e Cris deram continuidade. A evolução de suas obras resultou em diversos trabalhos e exposições, o grupo também publicou sua própria revista de arte, a “MANIFESTação”. Sabendo que a atitude faz a diferença e sem esperar por ninguém, o grupo também trabalha com projetos para a melhoria da vida da população. Uma de suas ações é o centro cultural São Mateus em Movimento, onde acontecem oficinas e se instala o projeto Favela Graffitada que está transformando as ruas, casas e barracos da comunidade em uma galeria a céu aberto.
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JHOAO HENR
O jovem pintor autodidata desenvolve seu atual trabalho há sete anos, tendo como um de seus principais suportes os muros da cidade. Os contrastes de cores e a mesclagem de sentimentos opostos são grandes marcas de seu trabalho. O violeta, cor representativa da transição dos seres e da esperitualidade, aparece, na maior parte de suas pinturas, contrastado com cores quentes, representativas dos instintos, das paixões e do material. Os olhos sempre aguçados, vibram pela vida e impulsionam a pintura a sair de seu suporte para dialogar com o subconsciente do espectador.
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EXORCITY
O grupo existe desde 1988 e já passou por diversas formações até chegar a um elenco coeso na década de 90. Em 98, se consolida tornando mais efetiva e enérgica sua atitude em relação às mensagens que são propaga(n)das na cidade e no mundo . Desde 2008 o grupo vem conseguindo, a duras tintas, destruir as muralhas dos preconceitos de linguagem que são atribuídos, muitas vezes de forma injusta, a essa escrita vertiginosa, vertical, abreviada e de proporções corporais. Em suma, EXORCITY é um grupo de in(ter)venção, poetixação, time ofensivo. EXORCITY resiste.
www.exorcity.pravida.org
www.flickr.com/photos/exorcity/
*O público poderá visitar o trabalho do grupo exposto no projeto “Alameda: Arte de Rua” de 28/01/2012 a 13/04/2012.
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O CCJ permanecerá fechado para manutenção até a próxima quinta-feira (12/01), reabrindo na sexta-feira (13/01) a partir das 10h. Neste período, manteremos em funcionamento apenas o serviço de atendimento na recepção. As inscrições para o Curso de Elaboração de Projetos para o Programa VAI serão realizadas normalmente do dia 10 a 20 de janeiro, das 11h às 18h, na recepção do CCJ ou pelo e-mail inscricoes.ccj@gmail.com
Agradecemos a compreensão,
Att,
Equipe de Comunicação – CCJ
A(S) CIDADES(S) – PALCO DE DISPUTAS E TRANSFORMAÇÕES SÓCIO-CULTURAIS
Após o ano de formação do Programa Jovem Monitor 2011, a equipe de monitoria do Centro Cultural da Juventude se reuniu para elaborar a programação do mês de dezembro, trazendo a(s) cidade(s) como tema norteador. A partir das discussões feitas nos encontros da formação, alguns monitores fizeram pequenas intervenções pela cidade que culminaram nas fotos da capa.
Coletivo Coletivação: http://www.flickr.com/photos/coletivacao
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RAEL BRIAN
Trazendo heranças do punk rock e do skateboard, Rael toma a colagem como suporte e utiliza de uma forma suja os mais diversos materiais encontrados na rua e em velhos sebos. Com foco no retrato, suas obras são uma desconstrução/construção de rostos que revelam uma visão crítica e sarcástica da sociedade.
O trabalho do artista estará exposto na Área de Convivência do CCJ entre 13 e 16 de novembro.
raelbrian.blogspot.com
http://www.flickr.com/photos/30469764@N03/
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DANIEL MELIM E BRAVOS DENT
Melim vem desenvolvendo intervenções urbanas desde 2000. Utilizando stencil, busca espaços deteriorados que forneçam elementos compositivos como textura, posição e cor. Além dos trabalhos na rua, tem exposto em inúmeras galerias e museus no Brasil e no exterior. Bravos iniciou-se na pixação em 95 e no graffiti em 97. Amante de escritas urbanas, atualmente é escritor do conceituado grapixo: escrita agressiva e impactante genuinamente brasileira, criada em meados dos anos 80.
O trabalho dos artistas estará exposto no espaço Alameda entre 08 de outubro e 16 de dezembro.
www.flickr.com/melim_abc
www.flickr.com/bravos_ad
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ALTO*CONTRASTE
Alto*Contraste é o casal Lee e Lou que já há alguns anos vem tomando pequenos espaços nesta enormidade que é São Paulo. Munidos de referências díspares, criam espécies de personagens frankestein”, costurando fragmentos de diferentes universos. São personagens que podem causar estranhamento à primeira vista, mas que trazem reminiscências familiares ao inconsciente coletivo. Um “estranho” composto de trivialidades e permeado de ironia. Além da experiência das ruas, trazem também na bagagem participações em importantes publicações da arte urbana e em mostras nacionais e internacionais, com destaque para o gigante Cans Festival (2008), em Londres.
www.flickr.com/altocontraste
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ROLÊ
Criado em 2004, o coletivo ROLÊ é formado por artistas visuais, fotógrafos profissionais e amadores que vivenciam e registram a vida noturna da cidade. A atuação do grupo foi concebida como um levante fotográfico: marca-se um ponto de encontro e nele se reúnem diversos artistas, com os mais variados estilos fotográficos, equipamentos e técnicas, o que enriquece a qualidade e profundidade artística do trabalho realizado. Esta iniciativa foi concebida para ser um registro peculiar da cidade, capaz de transformar detalhes sujos e sem importância do cotidiano noturno em arte e expressão cultural e urbana.
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KAUÊ GARCIA E CAROL BRANDI – Projeto (DE)Colar
O projeto (DE)colar é uma ideia desenvolvida recentemente por Kauê Garcia e Carol Brandi, artistas residentes em Campinas, que após muita produção individual chegaram à conclusão que os trabalhos estavam tendo um enorme diálogo e seria inevitável essa união. As referências transitam pelo dadaísmo, arte xerox, fanzines, neo-expressionismo e o punk rock. Porém, o foco do projeto é majoritariamente a técnica da colagem nos mais diversos suportes: papel, tela, livros, muros, enfim, isso é apenas um detalhe e produzir é a necessidade. Além do Projeto (DE)Colar, o casal integra o Coletivo P.L.C. e são sócios na Editora Simpática.
www.flickr.com/kauegarcia
www.flickr.com/carol_brandi
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QUINHO
O paulistano Quinho Fonseca é escritor de graffiti desde 1998 e ilustrador com formação em publicidade. Deste tempo pra cá realizou uma série de trabalhos e exposições na área de ilustração, graffiti, design gráfico e fotografia. Atualmente, o artista faz parte das crews “Sociedade Fantoche” e “F.D.P. (Fora dos Padrões)” e mantém, junto com o grupo OPNI, o projeto “São Matheus em Movimento” que, realiza atividades educativas no bairro Vila Flávia, e recebe artistas convidados para graffitar as fachadas das casas da comunidade, transformando em galerias as ruas da favela.
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