O Programa RU 72 entrevista o músico Bruno Morais que presta homenagem a Erasmo Carlos e o clássico albúm “Sonhos e Memórias”, um momento apaixonado e nostálgico do “Tremendão”.
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O balanço é do mar. Mas não é barquinho, nem bossa nova. São as caravelas que surgem num deslize de beleza e melancolia. “Memórias Luso Africanas” tem essa cadência desde a concepção até o título e convida o ouvinte a espiar um baú empoeirado de lembranças.
Amabis veio ao estúdio e conversou sobre seu trabalho autoral além das parcerias e tantos outros discos que já produziu como da cantora Céu e do músico Rodrigo Campos.
Utilizando o afrobeat como fonte rítmica e criativa unido as suas influências de samba-rock, samba, soul e congado mineiro, o artista se arrisca experimentando uma mistura autêntica. Com levadas incomuns, percussão e um repertório majoritariamente autoral, o mineiro Tibless cria uma nova e moderna forma de se fazer música negra no Brasil. Suas apresentações trazem a energia e a força da fusão da música africana com a brasileira num ritmo contagiante.
Unanimidades entre crítica e público, “Acabou Chorare” e “Clube da Esquina” são obras antagônicas que ajudam a traduzir um período. Ambos exalam um aroma dos sonhos que marcavam os anos 70, mas com estéticas bem distintas. Se os Novos Baianos reverberavam fusões de ritmos nordestinos e o canto de João Gilberto com guitarras influenciadas por Jimi Hendrix, Milton Nascimento e Lô Borges esmeravam arranjos com ecos de Beatles e Beach Boys e letras que desvendavam um potencial lírico ainda desconhecido da turma de Minas Gerais.
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Tibless canta Spanish Joint / Menina das Candeia no estúdio do CCJ.
Áudio: Marcelo Gregório / CCJ.
Câmeras: Daniel Cotrim e Clayton João / CCJ.
Edição: Daniel Cotrim / CCJ.
Direção: Markito Alonso / CCJ.
Confira o vídeo CCJ itinerante: Sociedade Independente Amigos da Boa Rima contou com batalhas de freestyle com apresentação de Emicida e shows de Ogi e Flow Mc.
Imagens e edição: Buenas Cine & Contra-Produção.
Tido para muitos garotos como exemplo de vitória no meio do hip hop, Emicida fala ao Escuta SP sobre seu papel como “Máquina de fazer sonhos.” De quebra você ainda conhece o trabalho de Flow MC que fez o show de encerramento do primeiro CCJ Itinerante.

Autointitulado “Traficante da informação” o rapper Dexter aproveitou o espaço do Escuta SP para falar tudo que estava engasgado nos últimos 13 anos. No programa, músicas do CD “Dexter e Convidados” com Edi Rock, Mano Brown e Gog.

Agradecimentos a Bóia Fria produções e MP Eventos.
Max B.O. é a bola da vez no Estúdio do CCJ. Transitando livremente entre os territórios do rap e do repente nordestino, o carismático e versátil Marcelo Silva já tem bons capítulos de suas andanças escoando pelas ruas e não poderia faltar nesta programação especial hip hop. No programa, canções do álbum “Ensaio, o disco”.

O Escuta SP recebeu Livia Cruz, Mamuti 011 e Mano Réu para falar sobre o mês do hip hop no CCJ.

Mano Réu, Lívia Cruz e Mamuti 011
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