Alameda: Arte de Rua – “Ferrovia”
A exposição une duas vertentes de arte urbana: o graffiti realista de IgnorePorFavor e a colagem de fotografias de Raul Zito. O tema é um lugar central e talvez um dos berços do graffiti: o trem. O mundo férreo sempre inspirou, atraiu e serviu de suporte aos artistas de rua e ainda hoje continua no seu imaginário, com seu significado poético e essencialmente urbano. Curadores: Chã, Eymard Ribeiro, Lucas D, Zeila Trevisan, Tikka e Rui Amaral.
Centro Cultural da Juventude – Alameda. Zona Norte. A partir de 31/10. Grátis.
Arte Punk: Distorção do Desconstruído | De 20/09 a 31/10 | Área de Convivência
Kauê Garcia utiliza imagens publicitárias, álbuns de família, sprays, letras em decalque a seco e outros materiais encontrados em caçambas de entulhos, durante suas andanças pelos centros urbanos. Projeto contemplado pelo Edital de Projetos Expositivos do CCJ. Abertura: Dia 19/09, sáb, 19h.
Exposição “Oriente-se” | De 15/07 a 30/08 | Área de Convivência
A artista Katia Suzue apresenta “Oriente-se”, instalação com objetos, mobiliários, pinturas e esculturas que introduz o público de forma lúdica ao mundo fantástico criado por ela com base em estudos nas artes orientais, místicas e fantásticas. Projeto selecionado pelo Edital de Ocupação do CCJ.
Abertura: dia 15/07, quarta, 19h

Cómic e Ilustración Injuve 2008 | De 07 a 09/08, a partir das 10h | Foyer do Anfiteatro
A Exposição itinerante Cómic e Ilustración Injuve 2008, realizada em parceria com o Centro Cultural da Espanha em São Paulo-AECID, mostra quadrinhos e ilustrações de 16 desenhistas, expoentes na utilização de recursos digitais.
Alameda – Arte de Rua: “Cidade Cinza” | De 4/04 à 18/06
Os grafiteiros Feik, Nossa e Nem utilizam o formato de HQ para contar a história de três amigos que tiveram suas vilas infectadas por uma bactéria cinza que acinzentou a cidade tirando as cores das paredes e trazendo a melancolia para a vida das pessoas. Na tentativa de impedir que este mal de alastre, eles partem em uma grande jornada, munidos de sprays de diversas cores, decididos a enfrentar os difíceis obstáculos que virão pela frente.

Curadores: Chã, Eymard Ribeiro, Lucas D, Zeila Trevisan, Tikka e Rui Amaral.
Neste trabalho multimídia, tanto o público quanto o 1/2 LAB ativam uma plataforma de interação audiovisual: vídeo, desenho ao vivo, retrato, música e poesia se misturam em tempo real em grandes telas. Como resultado, um espetáculo visual e sonoro dinâmico, imprevisível e coletivo se desenrola.
Alta e baixa tecnologia se encontram em uma plataforma composta de retroprojetores, datashow, câmeras de vídeo, computadores e outros aparatos. ao som de música ao vivo, samples gravados e microfone aberto.
O Graffiti e a Música se encontram no Alameda: Arte de Rua, que será aberta hoje, a partir das 19h30. Com ilustrações que remetem aos gêneros REGGAE, RAP e HARD CORE e às músicas do De Leve, Sabotage e Kusta Paassaa, a exposição busca propagar os conceitos do D.I.Y. (Faça Você Mesmo) e reverenciar os artistas que, mesmo sem nenhum financiamento, apoio da mídia ou grandes gravadoras, conseguem propagar sua ideologia pelo mundo utilizando meios alternativos de divulgação.
Este encontro entre as duas formas de arte é antigo: muitos dos artistas de rua são envolvidos direta ou indiretamente na cena musical underground e da cultura independente de uma forma mais ampla. Questionar ordens, regras, leis e incentivar as pessoas a buscarem fontes diversas de informações estão no horizonte deste movimento.
Artistas: Mao, Not e Wend
Curadoria: Chã, Eymard Ribeiro, Lucas D, Zeila Trevisan e Tikka
Articulação: Karen Cunha e Tikka
A arte de rua está entre as mais significativas manifestações artísticas contemporâneas, tanto por sua diversidade técnica quanto por sua participação na vida pública. Para abrigar esta produção, o CCJ criou uma verdadeira galeria dedicada aos jovens artistas de rua, ocupando uma ampla área do CCJ.
Imensos painéis demonstram aos interessados técnicas variadas (graffiti, stencil, lambe-lambe e outras), convidando o público a participar de sua execução. Trata-se de um verdadeiro cartão de visitas do CCJ, expressivo de seu espírito jovem, multicolorido em sua manifestação de liberdade.