Neste mês, o projeto “Toda Terça Tem Vocacional Apresenta” retornará com suas atividades semanais. O projeto é um espaço para que os participantes do Programa Vocacional possam apresentar e compartilhar seus processos artísticos. Ao final de cada apresentação, seja ela de dança, música ou teatro, o expectador tem espaço para apreciar o que lhe foi apresentado e dialogar com os jovens artistas. O grupo que tiver interesse em se apresentar pode escrever para vocacionalapresenta@gmail.com.
De 15 a 29/05/2012, terças, 19h30. Anfiteatro.
150 lugares. Ingressos a partir das 18h30, na recepção.
*No dia 08/05 a abertura das atividades será na Galeria Olido.
15/05 – REFLEXÃO SOBRE A EXPERIÊNCIA ARTÍSTICA
Encontro entre artistas orientadores, vocacionados e ex-vocacionados para trocarem impressões e experiências sobre esses seis anos do Programa Vocacional no CCJ.
22/05 – ARTISTA ORIENTADOR COMPARTILHA SUA PESQUISA ARTÍSTICA
O que entendemos quando ouvimos a palavra encenação?
O que ela teria em comum com ações cotidianas?
O artista orientador Maurício Perussi do Projeto Encenação do Programa Vocacional pretende abrir um espaço de diálogo e prática relacionados ao ato de encenar, convidando os participantes a experimentarem a encenação a partir de exemplos relacionados com a vida cotidiana.
29/05 – ENSAIO ABERTO E PROCESSO DE CRIAÇÃO DO GRUPO BOLINHO DE ARROZ
O Grupo Bolinho de Arroz compartilha um ensaio aberto e conversa sobre o processo de criação a partir da construção de três personagens, a pesquisa em torno da velhice e a interação nos espaços.
| Onde | Anfiteatro |
| Quanto | Grátis |
| OBS | 150 lugares. Ingressos a partir das 18h30, na recepção. |
Começaram as inscrições para a 5ª edição do CCJ Drag Contest. O objetivo do concurso é divulgar a arte Drag e incentivar os iniciantes que desejam seguir essa carreira. As inscrições podem ser realizadas na recepção do CCJ ou pelo e-mail inscricoes.ccj@gmail.com. Além da inscrição os interessados deverão participar de pelo menos uma das atividades preparatórias que ocorrerão no mês de junho. Confira no site do CCJ a lista de atividades. O concurso será realizado no dia 17 de junho, a partir das 17h. Curadoria: Claudinei Hidalgo.
>> Baixe a ficha de inscrição aqui! <<
>> Baixe aqui a Carta de Autorização para menores de 18 anos <<
Inscrições de 08/05 a 07/06/2012, na recepção do CCJ ou pelo e-mail inscricoes.ccj@gmail.com. +16 anos. Menores de 18 anos precisam apresentar carta de autorização. 15 vagas. Se necessário haverá seleção.
| Inscrições | Inscrições de 08/05 a 07/06/2012. +18 anos. 15 vagas. Se necessário haverá seleção. |
| Quanto | Grátis |
A exposição de convidados celebra o início de mais uma etapa do “Alameda: Arte de Rua” que estará recebendo, até o dia 20/05, novos projetos para integrar mais um ano de exposições. Com o intuito de trazer trabalhos com qualidade e inovação, a curadoria formada por Tikka, Tinho e Nick convida a artista paraense Drika Chagas e os cearenses do Grupo Acidum. Com um trabalho delicado, Drika pinta mulheres inspiradas no cotidiano e brinca com objetos criando um ambiente que parece saltar das paredes diante dos olhos do público. O Acidum agrega em si várias linguagens e ações numa busca incessante por aventura e se deleitam em explosões multicoloridas pelas ruas das cidades.
Abertura: 04 de maio, às 20h. Discotecagem: Dj Xdee.
Visitação: De 05/05/2012 a 10/07/2012, terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h.
Local: Alameda
Projeto de 5 shows e 9 programas de web-rádio baseados nos repertórios de importantes discos lançados em 1972

Com curadoria de Ramiro Zwetsch, editor-chefe do programa Metrópolis da TV Cultura e criador do site Radiola Urbana, o projeto Radiola Urbana 72 reflete a diversidade criativa de 20 discos lançados 40 anos atrás através de cinco shows e nove programas de web rádio.
Todos os anos da década de 70 são reconhecidos como inspirados para a história da música, mas os doze meses de 1972 foram especialmente interessantes para uma infinidade de gêneros brasileiros e estrangeiros. No Brasil, o período expandiu a sonoridade verde e amarela e viu o êxito do samba-soul de Jorge Ben, do soul de Tim Maia, o lançamento dos inspirados discos do exílio de Caetano Veloso e Gilberto Gil, além de duas obras-primas da MPB: “Acabou Chorare”, dos Novos Baianos, e “Clube da Esquina” (de Milton Nascimento, Lô Borges e companhia) – discos tão antagônicos como congruentes na mistura de elementos regionais com a influência trazida pela cultura hippie. Mundo afora, outros gêneros ou se consolidavam ou viviam uma fase de transformação definitiva. O soul norte-americano amadureceu em 1972, dividindo as águas da era de singles despejados pelas gravadoras Motown e Stax para um momento de criação de álbuns conceituais e experimentais de artistas como Curtis Mayfield, Stevie Wonder e Al Green. Na Jamaica, o reggae em ascensão nos oferecia seu primeiro clássico internacional: a trilha-sonora “The Harder They Come”, com músicas interpretadas por Jimmy Cliff, The Maytals, Desmond Dekker e outros. Na Etiópia, o maestro Mulatu Astatke lançava a obra-prima que traduzia o estilo que ele batizou de ethio-jazz: “Mulatu of Ethiopia”. E, finalmente, o rock virava a página do desaparecimento dos Beatles e da morte de ídolos por overdose para evoluir em sub-gêneros como o folk, o glitter, o hard rock e o progressivo.
As apresentações reúnem artistas da nova geração, que vão refazer o repertório de um determinado disco de 1972: Bruno Morais interpretará “Sonhos e Memórias”, de Erasmo Carlos; Romulo Fróes interpretará “Transa”, de Caetano Veloso; Rockers Control e Curumin interpretarão a trilha sonora “The Harder They Come” (Jimmy Cliff, The Maytals e outros); Assembleia Rítmica de Pinheiros interpretará “Mulatu of Ethiopia”, do Mulatu Astatke; e Rodrigo Campos interpretará “Superfly”, de Curtis Mayfield. Estes cinco álbuns apresentam uma diversidade de gêneros (MPB, soul, reggae e ethio-jazz) que reflete o conteúdo abordado no site que dá nome ao projeto, Radiola Urbana. Os podcasts serão publicados tanto nas páginas do CCJ e da RU.

SHOWS:
Centro Cultural da Juventude – Anfiteatro. Grátis. 300 lugares. Distribuição de ingressos 1 hora antes do espetáculo, na recepção do CCJ.
- 12 de maio: Bruno Morais interpreta “Sonhos e Memórias”, de Erasmo Carlos
O cantor e compositor londrinense Bruno Morais, que tem dois álbuns lançados, se juntou à banda Bixiga 70 e gravou em 2010 uma versão poderosa de “O Sorriso Dela” – uma das doze faixas de “Sonhos e Memórias”. Lançado em compacto de vinil, a faixa foi elogiada pelo próprio Erasmo Carlos e é uma ótima pista de para qual caminho Bruno Morais pode levar esse cultuado disco do Tremendão.
- 9 de Junho: Romulo Fróes interpreta “Transa”, de Caetano Veloso
Com quatro discos lançados, Romulo Fróes é declaradamente influenciado por “Transa”. Inicialmente associado ao samba, o cantor e compositor enveredou para o rock a partir do terceiro disco, o duplo “No Chão Sem o Chão”. Nesse caminho, ele buscou nas referências brasileiras o atalho para uma linguagem própria dentro do formato guitarra-baixo-e-bateria e o clássico de Caetano Veloso é uma delas.
- 14 de Julho: Rockers Control e Curumin interpretam “The Harder They Come”, Jimmy Cliff e outros
A principal banda de reggae de São Paulo se junta ao compositor, cantor e multi-instrumentista Curumin para visitar o repertório da trilha sonora de “The Harder They Come” – que pode ser considerado o primeiro clássico internacional do reggae. Acostumada a refazer clássicos da música jamaicana em seus shows, a Rockers Control reúne os atributos para refazer o repertório do disco com uma identidade própria.
- 11 de Agosto: Assembleia Rítmica de Pinheiros interpreta “Mulatu of Ethiopia”, Mulatu Astatke
Sexteto com vocação para experimentações jazzísticas, a Assembleia Rítmica de Pinheiros encarou o desafio de fazer uma releitura de “Mulatu of Ethiopia” – o disco definitivo para o gênero “ethio-jazz”, que o músico Mulatu Astatke inventou ao misturar a escala pentatônica ocidental com elementos da música etíope. Com o virtuoso baterista Maurício Takara na formação, a banda vai reprocessar os temas do disco dentro de uma estética aberta aos improvisos.
- 13 de Outubro: Rodrigo Campos interpreta “Superfly”, de Curtis Mayfield
Em seu segundo disco, “Bahia Fantástica” (lançado em 2012), Rodrigo Campos aponta “Superfly” como uma das principais referências. Vindo de um trabalho focado no samba (“São Mateus Não É Um Lugar Assim Tão Longe”, de 2009), ele buscou no soul um norte para expandir sua composição e embalar suas novas crônicas – antes baseadas em personagens reais, agora totalmente ficcionais.
PODCASTS:
Acesse aqui: http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br/category/lab-c/audio-lab-c/
- Abril: “MPB, os clássicos” – programa sobre os discos “Clube da Esquina” (Milton Nascimento e Lô Borges) e “Acabou Chorare” (Novos Baianos)
Unanimidades entre crítica e público, “Acabou Chorare” e “Clube da Esquina” são obras antagônicas que ajudam a traduzir um período. Ambos exalam um aroma dos sonhos que marcavam os anos 70, mas com estéticas bem distintas. Se os Novos Baianos reverberavam fusões de ritmos nordestinos e o canto de João Gilberto com guitarras influenciadas por Jimi Hendrix, Milton Nascimento e Lô Borges esmeravam arranjos com ecos de Beatles e Beach Boys e letras que desvendavam um potencial lírico ainda desconhecido da turma de Minas Gerais.
- Maio: “MPB, ecos do soul” – programa sobre os discos “Ben” (Jorge Ben), “Tim Maia” (Tim Maia) e “Sonhos e Memórias” (Erasmo Carlos)
Em 1972, os três compositores que se reuniam para tocar violão com Roberto Carlos na esquina das ruas Matoso e Hadock Lobo, no bairro da Tijuca (Rio de Janeiro) deram uma guinada nas suas carreiras. Jorge Ben lançou o disco que trouxe algumas de suas canções eternas (como “Fio Maravilha” e “Taj Mahal”), Tim Maia mergulhava numa fossa com baladas de ressentimento e rancor (“Sofre”, “O Que Me Importa) e Erasmo Carlos se descolava totalmente do rock ingênuo da Jovem Guarda com um repertório de malícia e suingue.
- Junho: “MPB pós-tropicália” – programa sobre os discos “Expresso 2222” (Gilberto Gil), “Transa” (Caetano Veloso) e “Jards Macalé” (Jards Macalé)
Após o estouro da Tropicália, veio o período de exílio em Londres dos baianos Caetano Veloso e Gilberto Gil. Toda a angústia dos anos vividos distante do Brasil somada ao contato mais intenso com o momento fervilhante que vivia a música na capital inglesa (desde o impacto do rock ao iminente crescimento do reggae trazido pela comunidade jamaicana na cidade) potencializaram a criação dos dois músicos, que receberam a visita do carioca Jards Macalé no período. Os três lançaram trabalhos inspirados em 1972, cada um com sua tradução particular da vivência durante o exílio.
- Julho: “O reggae em 1972” – programa sobre os disco “They Harder They Come” (Jimmy Cliff, Desmond Dekker, The Maytals e outros)
O trânsito entre Jamaica e Inglaterra sempre foi intenso devido à relação metrópole-colônia entre os dois países. Ainda assim, a revolução do reggae da ilha caribenha levou um tempo até ser sentida na ilha da rainha. O filme “The Harder They Come” não só mostrou como era a vida no gueto em Kingston, mas trouxe de vez a música dos imigrantes caribenhos para as ruas de Londres. A trilha sonora trazia grandes nomes do reggae como Desmond Dekker, The Maytals e, principalmente, uma jovem estrela em ascensão: Jimmy Cliff – que também era o protagonista do filme). No ano seguinte, Bob Marley e os Wailers iriam estourar em Londres e o reggae se tornaria definitivamente um fenômeno internacional.
- Agosto: “O ethio-jazz e o afrobeat em 1972” – programa sobre os discos “Mulatu of Ethiopia” (Mulatu Astatke) e “Shakara” (Fela Kuti)
A África viveu em 1972 um período definitivo para os dois gêneros do continente que mais são cultuados hoje em dia pelo público ocidental: o ethio-jazz de Mulatu Astatke e o afrobeat de Fela Kuti. O maestro etíope lançou naquele ano o LP “Mulatu of Ethiopia”, em que ele experimentava a fusão entre a escala pentatônica ocidental com elementos da música tradicional de seu país. O resultado é um som hipnótico e imagético, uma linguagem única na história do jazz. Já o músico nigeriano lançava um dos discos mais importantes entre os 77 que lançou ao longo da carreira: “Shakara” é considerado um de seus clássicos e fundamental para a difusão do afrobeat – gênero dançante, com forte acento rítmico e uma variação africana bastante original para o funk norte-americano.
- Setembro: “O rock em 1972” – programa sobre os discos “Exile on Main Street” (Rolling Stones) e “Harvest” (Neil Young)
O rock vivia um impasse em 1972: os Beatles não existiam mais e o consumo excessivo de drogas já havia levado alguns ídolos à morte prematura. Os Rolling Stones se viram às voltas com uma improvável crise financeira por conta de um rombo provocado por displicência e falcatrua de um empresário e se exilaram em Paris para criar um dos melhores discos duplos da história: “Exile on Main Street”. O canadense Neil Young, por sua vez, lançava seu quarto disco (“Harvest”) e se consolidava como um dos compositores mais maduros do rock – crédito que ele detém até hoje.
- Outubro: “O soul em 1972” – programa sobre os discos “Superfly” (Curtis Mayfield), “Talking Book” e “Music of My Mind” (Stevie Wonder)
Após dois lançamentos de 1971, “What’s going on”, de Marvin Gaye, e a trilha sonora de “Shaft”, de Isaac Hayes, a música soul amadureceu de vez. Deixou definitivamente de ser um gênero de singles e passou a gerar álbuns de grandes resultados artísticos. Curtis Mayfield lançou seu trabalho mais cultado: a trilha sonora de “Superfly”, mais uma produção de Blaxpoitation (gênero cinematográfico que colocava negros como atores principais em histórias voltadas para este mesmo público). Já Stevie Wonder, inspirado por Marvin Gaye, se afirmava como um artista completo lançando dois discos em que experimentava as possibilidades do sintetizador em suas composições: “Music of my mind” e “Talking book”.
- Novembro: “O soul em 1972, parte 2” – programa sobre os discos “Still Bill” (Bill Withers) e “Let’s Stay Together” (Al Green)
Um ano após estrear com produção do tecladista (e lenda da gravadora Stax) Booker T., Bill Withers montou sua melhor banda, aproveitando o final da 103rd Street Band, que acompanhava Charles Wright. “Still Bill” traz um compositor maduro que incorpora o violão de maneira bastante original numa afinada sonoridade soul e funk conduzida pela banda de apoio. Já Al Green se apresenta definitivamente como a voz masculina a ser ouvida na soul music. O jeito original de cantar, com um falsete inimitável, além da produção de Willie Mitchell, coloca o soul da cidade de Memphis em outro patamar.
- Dezembro: “O jazz em 1972” – programa sobre os discos “On The Corner” (Miles Davis) e “Root Down” (Jimmy Smith)
A psicodelia, a ascensão do funk e a luta dos direitos civis dos anos 70 ecoaram também na linguagem do jazz. 1972 foi o ano em que o gênio Miles Davis lançou “On The Corner” – que expressava tanto na capa como no som uma escancarada influência do groove lisérgico da banda Sly and Family Stone, um dos principais nomes da música negra do período e o que mais dialogou com a geração hippie, tendo se apresentado inclusive em Woodstock. Já o organista Jimmy Smith, que já vinha incorporando elementos do soul e do funk em trabalhos anteriores, lançou o ao vivo “Root Down” – que reverberava a música negra dançante do período e seria sampleado cerca 20 anos depois pelos Beastie Boys, em faixa homônima.
Entre os dias 12 e 15/04 o CCj terá o seu horário de funcionamento reduzido: serão duas horas a menos no final de cada dia. O horário será reduzido devido a necessidades de manutenção no espaço. Apenas os serviços de atendimento terão seus horário encurtados; a programação do CCJ permanece sem alterações.
Confira a seguir os horários de atendimento por dia:
- Dias 12, 13 e 14/04, quinta a sábado: das 10h às 18h;
- Dia 15/04, domingo: das 10h às 16h;
O CCJ estará fechado para o público entre os dias 06 e 08/04. O centro já estaria fechado no domingo (08), em virtude do feriado de Páscoa, e terá seu funcionamento interrompido nos dias 06 e 07 devido a necessidades de manutenção.
Agradecemos a compreensão,
Att,
Equipe de Comunicação – CCJ
Recebemos 62 inscrições para esta edição do Festival 20 Minutos. Foram consideradas apenas as inscrições dos grupos que entregaram ou enviaram as fichas preenchidas. São muitos grupos para apenas 8 vagas e muita coisa boa acabou ficando de fora. O CCJ agradece a todos os participantes! Todas as fichas recebidas serão mantidas para oportunidades futuras.
Veja abaixo a lista dos selecionados para o Festival 20 Minutos – Especial Hip Hop:
A rapa do Sindicato
Conexão Norte
FL e Maskot
Kaifaces
Moraez
Robsoul
Sujeira Brasileira
Zoioomc
Enézimo e DJ Nato_PK (cancelado)
>A equipe de produção do CCJ entrará em contato com as bandas selecionadas através dos dados de telefone e e-mail incluídos na ficha de inscrição.
>A apresentação das bandas selecionadas será no dia 24 de março, no horário entre 16h e 20h.
>Cada banda terá 10 minutos para montar seus instrumentos. Após este período, começará a contagem dos 20 minutos de apresentação.
>A banda mais votada pelo público volta no mês seguinte e se apresenta no projeto Sexta Sonora.
Clique aqui para acessar o regulamento do festival.
20 MINUTOS + NDEE NALDINHO
Serviço:
Quando: Dia 24/03, sábado, 16h.
Onde: Anfiteatro do CCJ.
Quanto: Grátis.
Obs: Livre. 300 lugares. Retirar ingressos no dia do evento, a partir das 14h, na recepção do CCJ. Até 2 ingressos por pessoa. É necessário apresentar documento com foto.
Já estão abertas as inscrições de bandas para a nova edição do Festival 20 minutos – Especial Hip Hop. Para participar os interessados precisam preencher a ficha de inscrição e entregar até o dia 12/03 na recepção do CCJ, por correio (veja endereço no regulamento) ou pelo e-mail festival20minutos@gmail.com
A ficha de inscrição pode ser baixada aqui! Além dela, precisamos de uma mídia ou link que mostre um pouco do som de sua banda: pode ser em CD, DVD, MP3 ou mesmo o link de um site, myspace ou de um vídeo no youtube! As mídias enviadas para a inscrição serão disponibilizadas para consulta permanente na biblioteca do CCJ.
Uma comissão selecionará, a partir da ficha + mídia, 8 grupos de rap para fazer um pocket show com duração de exatos 20 minutos no dia 24 de março, dentro da programação do Especial Hip Hop. Começou, tocou 20 minutos, soou o gongo, entra a próxima banda. O grupo ou Mc mais votado pelo público volta no mês seguinte e se apresenta no projeto Sexta Sonora. O rapper Ndee Naldinho fará o show de encerramento.
Atenção: terão prioridade os grupos/artistas que possuírem apenas composições próprias em seu repertório.
Então corre que o tempo é curto. São apenas 20 minutos, mas podem ser os primeiros de muitos!
Baixe o regulamento e a ficha de inscrição aqui!
Serviço:
Quando: Dia 24/03, sábado, 16h.
Onde: Anfiteatro do CCJ.
Quanto: Grátis.
Obs: Livre. 300 lugares. Retirar ingressos no dia do evento, a partir das 14h, na recepção do CCJ. Até 2 ingressos por pessoa. É necessário apresentar documento com foto.
CIA. REPENTISTAS DO CORPO – 10 ANOS
EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA
A exposição reúne fotografias dos 10 anos de trabalho da Cia. Repentistas do Corpo.
Visitação: de 02/02 a 26/02, terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h.
Local: Foyer do Anfiteatro.
> Em comemoração aos seus 10 anos de atuação no cenário da dança contemporânea brasileira, a Cia. Repentistas do Corpo oferece uma série de atividades artísticas, gratuitas, relacionadas ao seu processo de criação interdisciplinar. Confira as outras atividades da programação nos links a seguir:
- ESPETÁCULO: “DE TUDO UM POUCO”
- WORKSHOP: PERCUSSÃO CORPORAL EM MOVIMENTO
| Onde | Foyer do Anfiteatro |
| Quanto | Grátis |
| OBS | Livre |
Nesta sexta, dia 20/01, o CCJ volta ao seu horário de funcionamento normal, com exceção do serviço da biblioteca que funcionará em regime parcial até o dia 02/02.
Verifique a seguir como ficará o horário de funcionamento da biblioteca:
- De 24/01 a 01/02, terça a sexta, das 14h às 20h;
- Dias 21 e 28/01, sábados, das 10h às 20h.
- Dias 22 e 29/01, domingos, das 10h às 18h.
Agradecemos a compreensão,
Att,
Equipe de Comunicação – CCJ
Dúvidas/Informações: (11) 3984-2466